O post anterior, das fotos, foi parar aqui por engano, era pra ser no blog da Luana. Por isso não estava entendendo algumas pessoas comentando das fotos!
Bom, mas mudando de assunto...viver na diversidade é algo meio complicado, não acham? Não é que seja ruim, mas não é necessariamente bom. Já é difícil conviver com quem a gente escolhe, imagina com quem não temos escolha, como família e colegas de trabalho, faculdade.
Essa minha turma atual é interessante...tem pessoas muito novas, pessoas muito velhas e uma boa parte no meio do caminho, lugar onde me considero estar. Curioso é que algumas pessoas que mais atrapalham as aulas são umas já maduras, 30 e poucos a 40 anos. Com algumas exceções, essas pessoas ficam à margem da turma, pois se é pra aceitar o diferente, que sejam os diferentes mais iguais, é assim que a maioria das pessoas agem. Eu procuro não excluir nem incluir ninguém de cara, principalmente nesse curso, onde as circunstâncias são tão diferentes do meu primeiro, onde eu tinha muito mais tempo, agora vivo correndo, além de ter menos tempo de aula também.
Mas tenho que confessar que certas pessoas são difíceis de simpatizar. Eu acho chatíssimo quem faz da sala de aula um lugar pra consultoria jurídica, psicológica ou seja la qual for o assunto, é algo que as pessoas deveriam se policiar. Não é querendo ser chata, mas por mais que a pessoa ache que tem a ver com a aula, um caso muito específico, na maioria das vezes, só é interessante pra ela mesma e não vai acrescentar em nada pra turma, com raras exceções. Era algo que até falavam na época da Psicologia, evitar contar casos particulares, pra evitar se expor e também não fazer da faculdade uma grande terapia de grupo, que é o que muita gente entra fazendo (no curso de Psicologia).
Tem também aquelas pessoas que vc não sabe bem porque não vai com a cara e pra piorar, ela vai muito com a sua. Eu estou passando por isso com uma pessoa, mas, por sorte, ela costuma faltar muito às aulas. Sabem aquela pessoa que não da vontade de ficar perto? Eu não sei se é só comigo, mas não gosto de quem mal conhece a gente e já se faz de íntima. Não é antipatia, até porque me considero simpática, mas as coisas devem acontecer naturalmente e a outra parte deve ter a sensibilidade de perceber o interesse ou não da outra. Aconteceu até um fato, que não vou entrar em detalhes, que talvez me afaste dessa pessoa, vamos ver...é a sensibilidade...
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